sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Google divulga ferramentas do Google Maps

Vídeo reúne cenas de diversos lugares famosos do mundo tiradas pelo Google Sreet View. Aqui.

Social Games: fenômeno de massa



Não é de hoje que os chamados games sociais têm sido um dos fenômenos mercadológicos mais interessantes do mundo digital. A primeira razão é a capilaridade deste fenômeno, afinal, esses games são encontrados tanto em redes sociais como Facebook e Orkut, como também em smartphones, tablets e, ultimamente, até em consoles de videogame como o Nintendo DSi.

Outras razões são o volume e a velocidade de adesão. Segundo dados de pesquisas de empresas como Real Games e Super Data, o Brasil é o quarto mercado de gamers no mundo, com cerca de 40 milhões de usuários e a estimativa é de que este número chegue a 52 milhões em 2014.

Esse movimento tem sido suportado pelo crescimento das redes sociais no Brasil e também pelo aumento do número de devices (smartphones, tablets e consoles de videogames) com acesso à internet. O Brasil responde hoje por 37% do total de usuários de jogos sociais da América Latina, que contempla 5,4% dos users globais de social games. De acordo com nossas estimativas, as cifras movimentadas pelo segmento de jogos sociais no Brasil, por sua vez, devem atingir aproximadamente R$ 700 milhões em 2015.

O Brasil fica atrás apenas de Alemanha, Estados Unidos e Rússia. Para ter uma ideia da dimensão dos games sociais, de acordo com o instituto de pesquisa Nielsen, os games online superaram o e-mail como segunda atividade mais popular na internet nos Estados Unidos. E, reconhecendo o perfil histórico dos brasileiros de utilização de internet e redes sociais, veremos algo semelhante aqui também.
Íntegra

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Pesquisa mostra que jovens americanos lêem notícias em dispositivos móveis


As últimas descobertas da National Mobile Media News Consumption Survey, dirigida pelo Instituto de Jornalismo Donald J. Reynolds (RJI, na sigla em inglês), mostram que apesar da crença popular, os jovens estão interessados ​​em ler notícias - desde que estejam disponíveis em dispositivos móveis.

Estes resultados, que examinaram o que os proprietários estão fazendo com seus dispositivos móveis, são a segunda parte de uma série de 10 sobre dispositivos móveis e notícias baseada em dados coletados em pesquisas.

Segundo o trabalho, 67% dos proprietários de dispositivos móveis, entre 18 e 34 anos de idade, utilizam seus equipamentos para ler notícias locais, nacionais e internacionais em uma média de cinco horas por semana. Isso se compara com 62% dos proprietários de mídia móvel de 35-54 e 58% das pessoas com 55 anos ou mais.

A pesquisa também mostrou que os proprietários de iPad, em particular, estão mais inclinados a consumir notícias com seu dispositivo móvel, salientou Poynter.
Fonte: Knight Center. Íntegra.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

JORNAIS PARA TABLETS AINDA SÃO INCÓGNITA


http://absolutocom.com/2012/02/28/jornais-para-tablets-ainda-sao-incognita/
Para alavancar a base de assinantes, o The Daily vai lançar em breve versões para Samsung Galaxy, que usa o sistema Android. Outros grandes veículos também estão investindo no Android e outros sistemas de tablets. A Sports Illustrated, por exemplo, lança cada nova edição semanal em versões exclusivas para cada sistema, mostra uma reportagem do site Mashable. Na matéria, o editor da publicação diz achar que o investimento vale a pena, já que o rendimento vindo de suas edições digitais cresce substancialmente a cada ano.
No Brasil, foi lançado em março de 2011 o Brasil 247, primeiro jornal desenvolvido para tablets, mas que também funciona nos computadores convencionais. Desde então, dois dos maiores jornais brasileiros também aderiram aos tablets. A Folha de S. Paulo já tem versões para o iPad e Android, e O Globo acaba de lançar sua versão para o iPad, que tem como novidade o Globo A Mais, uma edição vespertina exclusiva para o tablet. Mas enquanto o Brasil 247 é gratuito, o Globo e a Folha cobram pela assinatura.
É difícil saber qual será o futuro da imprensa. Parece que os tablets vieram sim para ficar, mas até que ponto os grandes grupos de mídia conseguirão sobreviver neste novo modelo de negócios? Uma das consequências é o mercado de trabalho cada vez mais difícil para os jornalistas, como muitos de nós já sabemos. Mas a internet também possibilitou a criação de novos veículos fora dos grandes conglomerados de mídia, como o bem-sucedido Huffington Post. Qual é sua opinião sobre o futuro dos jornais e revistas? Compartilhe conosco nos comentários!

Estadão Dados une transparência e interatividade

O Estado estreia nesta semana o primeiro trabalho resultante das atividades do Estadão Dados, um núcleo de profissionais dedicados a capturar e tratar informações usando técnicas estatísticas, algoritmos e formas visuais de apresentação. Além de organizar os dados, o produto final permite, na internet e nos tablets, que os usuários façam suas próprias análises. Para o jornal impresso, gera infográficos de última geração.

O Basômetro é o primeiro projeto do novo núcleo. Ele analisa 50 mil votos dados pelos deputados federais em 98 votações nominais que ocorreram na atual legislatura. Cada voto é comparado à orientação do líder do governo.

O resultado é um infográfico interativo que permite ao usuário, por exemplo, descobrir o grau de governismo/oposicionismo de seu deputado, ou comparar a evolução do apoio das bancadas partidárias ao governo ao longo do tempo. A atualização do Basômetro será permanente. Serão incorporadas à ferramenta as novas votações nominais da Câmara e do Senado.



Assinante ganha módulo analítico para tablet do Estadão




SÃO PAULO - Os leitores do jornal O Estado de S. Paulo no tablet ganham, a partir de segunda-feira, o Estadão Noite, uma edição concebida exclusivamente para dispositivos móveis e que estará disponível para download a partir das 20h, de segunda-feira a sexta-feira.

O novo produto terá análise do noticiário do dia e vídeos, além de destaques da edição do jornal que chega às bancas na manhã seguinte. Aos sábados, com a edição do dia, o leitor poderá baixar o Estadão Fotos, um mosaico com as imagens que foram destaque no noticiário da semana.

"É o encontro da síntese dos fatos marcantes do dia com a análise e investigação do que será relevante no próximo. A partir de agora, mais uma atividade certa ao fechar meu dia é a leitura do Estadão Noite", afirma José Papa Neto, diretor de Estratégias Corporativas e Mercados Digitais do Grupo Estado.

O Estadão Noite e o Estadão Fotos terão versões para iPad e para dispositivos móveis que utilizam o sistema Android. O Estado de S. Paulo foi o primeiro jornal brasileiro a ter uma versão específica para o tablet da Apple.

O Grupo Estado também foi o primeiro veículo do País a lançar um aplicativo para iPad, no mesmo dia em que o produto começou a ser vendido nos Estados Unidos, em 3 de abril de 2010.

Também a partir de amanhã, o Estadão Tablet, que está disponível a partir das 5h, estreia um novo desenho. A reformulação amplia a experiência do leitor, aproveitando melhor a tela do dispositivo, e altera a leitura na vertical, permitindo ao usuário aumentar a fonte do texto.

Conceito

O Estadão Noite terá foco analítico e textos exclusivos. Cinco colunistas do Estado vão analisar os fatos do dia nas principais áreas, como política e economia, ajudando o leitor a compreender os acontecimentos que movimentaram o noticiário. Dois vídeos produzidos pela TV Estadão, uma galeria de fotos com as imagens do dia e o Giro 15 Especial, de responsabilidade da Rádio Estadão/ESPN e feito, exclusivamente, para a nova publicação, completam o material informativo. Os destaques do jornal O Estado de S. Paulo que circula no dia seguinte fecham a edição.

"O Estadão Noite é uma edição puramente analítica. Pesquisas sobre hábitos de uso de tablets mostram que à noite os leitores buscam uma leitura menos tensa que a de notícias, por isso nossa aposta em explicar, em analisar o dia, e de um jeito leve, conciso. Até o layout tem um ritmo suave, próprio para a noite", afirma Claudia Belfort, editora-chefe de Conteúdos Digitais do Grupo Estado.

"É uma ampliação no leque de ofertas para o leitor, que não se contenta só com o noticiário, mas exige cada vez mais também a interpretação e a análise dos fatos", diz Cida Damasco, editora-chefe do Estado.

O Estadão Fotos vai reunir, em imagens, o noticiário da semana. Para isso, a publicação terá produção dos fotógrafos do Grupo Estado, além de fotografias de agências internacionais. Em cada edição, um profissional do Estado vai explicar, em vídeo, a história por trás da imagem. "Diariamente passam pelos nossos olhos mais de sete mil fotografias jornalísticas, sendo produção nossa e de agências. Muito dessa produção se perde. Com o Estadão Fotos, vai ser possível destacar imagens, não apenas jornalísticas, mas que são plasticamente bonitas", afirma Eduardo Nicolau, editor de Fotografia do Estado.

Os novos produtos seguem o padrão já adotado pelo Estado na sua versão tablet. Depois de baixar as novas edições, o usuário poderá ler o Estadão Noite e o Estadão Fotosoffline, sem necessidade de conexão wi-fi ou 3G.


Estadão ganha novas edições em tablets

Os donos de tablets passarão a contar com duas novas versões do Estadão a partir dessa semana. O jornal preparou dois novos produtos, que poderão ser baixados pelos seus assinantes com o intuito de complementar as plataformas de mídia do grupo já existentes.

A primeira novidade é o Estadão Noite, um aplicativo que estará disponível de segunda á sexta-feira, as 20h, com as análises das principais notícias do dia. Cinco colunistas do Estadão irão propor uma reflexão sobre os acontecimentos das áreas de política, economia e outras. O Estadão Noite ainda terá vídeos e outros materiais produzidos pela TV Estadão e pela Rádio Estadão ESPN.

O outro produto é o Estadão Fotos, que estará disponível junto com a edição digital do sábado. A edição reunirá as principais fotos que dominaram o noticiário da semana em um mosaico.

Fonte: Meio & Mensagem, maio/2012


Google Play chega aos 15 bi de apps

O Google acaba de quebrar a barreira dos 15 bilhões de aplicativos baixados em sua loja Android, a Google Play (maio/2012). O último dado público sobre o número de apps baixados foi divulgado no início deste ano, quando a empresa divulgou os resultados do último trimestre do ano passado. Na ocasião, o Google Play havia registrado 11 bilhões de downloads de apps. A maior rival do Google em apps (para o sistema iOS), a Apple, chegou aos 15 bilhões de apps em julho do ano passado e, em março deste ano, celebrou os 25 bilhões de downloads atingidos.

Na comparação entre as duas empresas, o Google Play registra 1 bilhão de apps baixados por mês enquanto na App Store são feitos 1,250 bilhão de downloads no mesmo período. Em termos de apps, no entanto, os sistemas Android e iOS praticamente se equivalem: o Android tem cerca de 500 mil apps disponíveis e o iOS tem 600 mil apps. No entanto, em termos de remuneração aos desenvolvedores, enquanto a Apple pagou US$ 4 bilhões, o Google pagou apenas US$ 320 mil.

Ao que tudo indica, o Google pode ultrapassar em breve a Apple em termos de apps, já que nota-se uma tendência de queda de downloads na App Store ao passo que o Google Play continua em expansão. O Google, segundo dados da empresa, obtém a maior parte de suas receitas de publicidade. No entanto, o faturamento com a venda de apps tem crescido mês a mês. No ano passado, o Google previa faturar US$ 492 milhões com a venda de anúncios e US$ 14,5 milhões com apps Android. Para este ano, a projeção é de US$ 804 milhões com anúncios e US$ 35,9 milhões com a venda de apps.


Apple mantém liderança em tablets



O iPad deve responder por 61,4% dos 119 milhões de tablets que devem ser vendidos em 2012, segundo a consultoria Gartner. A projeção remete a uma alta de 98%, ante as 60 milhões de unidades comercializadas em 2011. São 73 milhões de aparelhos da líder Apple, que utiliza o sistema operacional iOS, contra 37,8 milhões de tablets do segundo colocado, o rival Google, que utiliza o sistema Android.

A previsão da Gatner é que as vendas de tablets pulem de 182,4 milhões de unidades em 2013 para 369,2 milhões de dispositivos em 2016. Uma eventual movimentação do mercado é aguardada com o lançamento do Windows 8, da Microsoft, cujas vendas podem passar de cinco milhões de aparelhos ainda em 2012 para 43,6 milhões de máquinas até 2016.

A Amazon é outro concorrente colado aos calcanhares da Apple. A maior varejista de internet do mundo permitirá que os criadores de software criem novos produtos dentro dos 34 mil aplicativos hoje disponibilizados pela sua loja virtual, a Amazon Store. Juntas, as lojas do Google (Google Play) e da Apple (App Store) somam cerca de 900 mil aplicativos. A venda de itens dentro de aplicativos é um negócio que deve passar de US$ 970 milhões em 2011 para US$ 5,6 bilhões em receita até 2015.

Outra investida da Amazon é o Kindle Fire, tablet que foi lançado em 2011, mas que já prevê uma extensão da linha com o lançamento de três modelos ainda neste ano. A expectativa é que os aparelhos tenham um custo reduzido, o que deve pressionar as margens do mercado e acirrar a disputa com a Apple.

Meio e Mensagem maio/2012

Aparelhos móveis geram 10% do acesso à internet

Levantamento da Pingdom, companhia sueca de monitoramento na Internet, publicado nesta quarta-feira 9 pelo jornal espanhol El Pais, apontou que os aparelhos móveis (como celulares e tablets) já respondem por cerca de 10% do total de acessos à Internet no mundo.

O resultado representa um crescimento significativo em relação a estudo similar divulgado em 2010, quando o tráfego online via aparelhos móveis não passava de 3,81%.

A Índia lidera o ranking dos países com maior tráfego na Internet via aparelhos móveis, com 48,87% da navegação gerada desta maneira. Analistas estimam que o acesso à Internet por meio de celulares e tablets na Índia deve superar o registrado via PCs ainda em 2012.

Em seguida, os cinco países com os maiores índices de acesso à Internet por meio de aparelhos móveis são Zâmbia (47.09%), Sudão (44.95%), Uzbequistão (42.36%) e Nigéria (40.65%). Ou seja, três países da África e dois da Ásia, os dois continentes com maior acesso móvel à Internet, como pode ser visto no gráfico abaixo.
Porcentagem dos acessos à Internet feita por meio de aparelhos móveis, por continente
+Porcentagem dos acessos à Internet feita por meio de aparelhos móveis, por continenteCrédito: Pingdom.com


Comcast e Nielsen iniciam medição no iPad

A Nielsen já dispõe de sistemas para medição de visualização online e on demand, mas ainda faltava um indicador C3 (taxa média de minutos gasta com comerciais durante a programação ao vivo mais três dias do que for assistido em Digital Video Recorder - DVR) para tablets. “É a peça que faltava para montar o quebra-cabeça”, afirma o vice-presidente digital sênior de plataformas emergentes da Comcast, Matthew Strauss. O objetivo final é agregar todas as medições numa só e convertê-la em moeda comum. A Comcast também começa a conversar com outras operadoras de cabo. “Queremos uma solução para a indústria”, afirma o executivo.

A criação de um sistema de medição para tablets e outros dispositivos móveis (como smartphones e consoles de games), sobre os quais há um crescente consumo de vídeos, tem sido um ponto de discórdia para o mercado publicitário. Strauss afirma que, se o teste for bem-sucedido, isso será fundamental para fazer dos tablets e smartphones uma plataforma viável para os anunciantes. A Comcast quer trabalhar com todas as plataformas, independentemente de quais forem, mas precisa de um sistema de medição eficaz para fazer isso.

A CW (joint venture entre CBS, Warner Bros. e Time Warner) tem oferecido nas últimas temporadas pacotes combinados de TV e digital e já trabalha para ampliar o sistema para incluir também os dispositivos móveis. No ano passado, a Fox lançou o que chamou de “Fluidez”, um esforço que permitirá aos anunciantes comprarem inventários em diferentes locais de mídia. A ABC seguiu o exemplo e ofereceu-se para vender inventários de anúncios em diversos tipos de visualização on demand, como o seu próprio player de vídeo digital.

Íntegra.

Carvajal lança pacote de produtos móveis

A editora Carvajal Informação anuncia o lançamento de pacotes para o mercado móvel que envolve sites, aplicativos e publicidade para as plataformas mobile como smartphones e tablets. O lançamento é liderado pela campanha “Go Mobile” e o objetivo é vender sites e publicidade móvel e também desenvolver apps para as empresas. Segundo a empresa, os usuários de internet são nove vezes mais propensos a clicar em banners mobile do que em banners standard. E aponta a expansão do uso de mídia móvel (internet, apps e download de conteúdo) no mundo para justificar o investimento nesse segmento: no Japão, 76,2% dos usuários de smartphones usam essas mídias, seguido pelo Reino Unido, com 56% de uso e pelos EUA, com 55,2%.

No Brasil, a empresa é responsável pelas marcas de guias impressos Editel, GuiaMais e Listel, pelo guiamais.com, na internet, e também por soluções de guias em celulares e fixos. E, ainda, opera no setor de compras coletivas por meio do site Ofertas GuiaMais. Segundo o gerente global de produtos mobile da Carvajal Informação, Luiz Marcelo Correia, 79% das empresas latino-americanas não têm mobile site e esse tipo de solução é uma oportunidade para as pequenas e médias empresas que querem atuar nessa área.

As novas soluções da Carvajal abrangerão os sites móveis - que poderão ser acessados por celulares, smartphones e tablets; a publicidade móvel - veiculadas em celulares, smartphones e tablets e também por meio de apps e mobile page; e apps móveis, que poderão ser acessados inclusive no modo off-line. A Carvajal Informação atua em 26 estados e no Distrito Federal e tem 170 mil anunciantes em 120 listas e guias em circulação no País, com mais de 13 milhões de exemplares distribuídos gratuitamente durante o ano pelo Brasil.

Meio e Mensagem - maio/2012

UOL lança aplicativo gratuito Guia UOL

Aplicativo permite a busca orientada por diversos critérios de acordo com o interesse do usuário 

O portal UOL acaba de lançar o aplicativo Guia UOL, um guia cultural gratuito para as plataformas smartphone e web. O Guia estreia nas praças de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.

O serviço é orientado por geolocalização, o que permite encontrar atrações próximas do local onde o usuário se encontra. A busca por locais de interesse pode ser orientada por diferentes critérios: proximidade de sua localização, tipo de local, gasto médio, região, com serviço de entrega em casa e outras opções.

O aplicativo apresenta também uma grande oportunidade para os anunciantes, devido à interação, que possibilita espaços diferenciados para a veiculação de anúncios e aproximação com um público segmentado.

Fonte: Meio & Mensagem - 29 de Maio de 2012

Brasileiro lê mais jornais via tablets

A pesquisa já tem um ano e estou procurando dados que a atualizem. Logo, logo, compartilho.

Leitura de jornais via tablets ou telefones com acesso a internet cresce no Brasil

O brasileiro é o povo que mais lê jornais por meio de tablets e de smartphones. Segundo um levantamento feito pela consultoria norte-americana ComScore, O Brasil é a nação com maior tráfego de sites de conteúdo jornalístico fora de computadores e notebooks (ou seja, com acesso via aparelhos móveis).



De acordo com a avaliação da consultoria, que foi publicada na edição desta sexta-feira, 24 de junho, do jornal Folha de S.Paulo, a média da leitura de jornais em tablets e smartphones no Brasil chega a ser duas vezes maior do que o acesso a outros tipos de notícias.

A ComScore avaliou 13 mercados e concluiu que, após o Brasil, o Chile é o segundo país com maior leitura de jornais via dispositivos móveis. No Brasil, somente o iPad (tablet da Apple) é responsável por 31,8% de todos os acessos a jornais por dispositivos móveis. O segundo aparelho mais utilizado é o iPhone, também da Apple, que detém 21% do uso total.

Fonte, Meio e Mensagem, em junho/2011

Grande queda no número de mensagens no Twitter sugere fracasso de jornal exclusivo para iPad

Há um ano, o Knignt Center noticiava que:



O burburinho em torno do The Daily parece ter se limitado ao lançamento do jornal exclusivo para o iPad. Uma nova análise do Laboratório Nieman sugere que o veículo segue uma trajetória de “declínio, estabilidade, declínio”. Ou seja, estaria rumo ao fracasso.

Como não há dados disponíveis sobre o número de assinantes do Daily (no início de março, o diretor do jornal, Greg Clayman, disse que o aplicativo havia sido baixado “centenas de milhares de vezes”), o Laboratório Nieman mediu a interação do público com o diário digital por meio de mensagens no Twitter. Com a ajuda da PostRank, uma empresa canadense de redes sociais, Joshua Benton analisou o número de vezes que os textos do Daily foram compartilhados no Twitter - assumindo que, quanto maior o número de leitores, maior seria o número de mensagens.

Em dois meses — o Daily foi lançado no dia 2 de fevereiro—, foram 6.026 mensagens no Twitter, 387 delas no primeiro dia. Uma semana depois, porém, o número caiu para 209. Na semana seguinte, chegou a 104.

“Os dados não são bons para o Daily”, escreveu Benton. “Sua visibilidade no Twitter parece confirmar minha impressão sobre o desempenho do jornal: uma onda de entusiasmo inicial, uma queda provocada pela perda do interesse e por problemas técnicos no aplicativo, uma estabilidade após a resolução desses problemas e outra queda após o início da cobrança”, depois de um período de acesso gratuito.

Para a revista Wired, sem um site, canais RSS ou maior presença no Twitter, “é difícil imaginar que o Daily terá sequer a oportunidade de se transformar no 'modelo de como as notícias são contadas e consumidas', como havia dito o CEO da News Corp., Rupert Murdoch, no dia do lançamento” do jornal. Ainda segundo a Wired, a menos que conquiste mais visibilidade no Twitter, o Daily está condenado a ser outro fracasso na busca pela reinvenção do jornalismo na era digital.

Embora o Daily não faça parte da lista deaplicativos de veículos de imprensa mais populares elaborada pela empresa de consultoria McPheters & Co., o jornal ocupa o quarto lugar na loja virtual da Apple e, de acordo com o blogueiro da Forbes Jeff Bercovici, o aplicativo do Daily é o único de noticias entre os dez primeiros.

Como andará o cenário agora??

Brasil 247

Numa fase de estudo em torno de jornalismo em dispositivos móveis, tenho pensado mo Brasil 247. Lembra da fase inicial, em

Leitores brasileiros já podem baixar, de graça, o primeiro jornal nacional para o iPad, o Brasil 247.
A publicação da Editora247, comandada pelos jornalistas Leonardo Attuch e Joaquim Castanheira, contou com um investimento 4 milhões de reais e traz edições diárias para o iPad. O jornal traz sessões tradicionais como Poder, Brasil, Mundo, Cultura e Esportes, além de Portfólio (finanças pessoais), Agro, Mídia & Tecnologia, Games & Aplicativos, Ecologia e Fotografia. Aos finais de semana o Brasil 247 trará a revista Oasis, focada em temais mais leves, como estilo de vida, alimentação, saúde entre outros.
Assim como no The Dayli, a grande preocupação do Brasil 247 é trazer imagens marcantes e uma navegação interessante. Nossa primeira impressão é que ainda falta acertar alguns detalhes, como espaços inutilizados na tela, colunas em branco, ausência de grafismos para guiar o leitor e, um ponto que chateou bastante, vídeos por streaming que demoram a carregar.As matérias não são muito densas e, na edição de 13/3, quase nenhuma apresentou diferenciais na diagramação ou recursos de interatividade. A função de compartilhamento do conteúdo também não funcionou durante o uso. O time de colunistas do veículo inclui nomes como Gabriel Chalita, José Dirceu, Helio Doyle e outros.

Jornais brasileiros podem ter loja unificada para distribuir conteúdo digital



De olho em um mercado que não para de crescer no Brasil, em boa parte impulsionado por ações do governo de barateamento de tecnologias móveis, a Comissão de Estratégia Digital da Associação Nacional de Jornais (ANJ) avalia unificar a distribuição de versões digitais de jornais brasileiros para tablets, segundo o site Teletime.

Atualmente, esse processo é feito separadamente, dentro do aplicativo móvel desenvolvido por cada um dos periódicos. Mas a ideia é que até o fim do ano seja criado um espaço único para comercialização de edições eletrônicas dos maiores diários do país.

"É melhor vendermos juntos do que separados. A união faz a força", explica o vice-presidente da diretoria de circulação da ANJ e presidente do grupo Lance!, Walter Mattos Jr., citado pelo Coletiva.net. A banca virtual também será uma maneira de diminuir a dependência da App Store da Apple para as vendas digitais no iPad, que retém 30% da receita.

Levantamento recente feito pela consultoria norte-americana ComScore apontou que o brasileiro é o povo que mais lê jornais por meio de aparelhos móveis, informou Meio e Mensagem. Esta audiência passou a contar em 2011 com o primeiro jornal do país criado especialmente para iPad, o Brasil 247.

No Brasil, internet supera jornais e se torna o segundo meio preferido para investimentos publicitários



Um relatório divulgado pela Interacting Advertising Bureau (IAB-Brasil), associação que reúne os principais sites e portais de internet do país, revelou que a internet superou os jornais e se consolidou como o segundo meio preferido para os investimentos publicitários no Brasil no primeiro quadrimestre de 2012, informou o iG.

A pesquisa baseou-se em investimentos em portais de notícias, sites de busca e de comparação de preços, que, somados, chegaram a 11,98% das receitas totais, enquanto os jornais ficaram com 11,06% das verbas publicitárias, estimadas em R$ 6,5 bilhões.

Segundo o site Olhar Digital, em 2011, o impresso aparecia em segundo lugar com 11,1% e a web seguia logo atrás com 11%. A TV liderou o ranking com 58,4% de participação. Este ano, a TV aberta permaneceu em primeiro lugar com uma fatia ainda maior do mercado, 60,63%.

A tendência de migração publicitária acompanha o crescimento do consumo de conteúdo online, com obarateamento do acesso à internet. No Brasil, porém, a transição dos leitores do impresso para o online ainda não foi suficiente para afetar a circulação de jornais, que continua crescendo, impulsionada pelos periódicos populares, ao contrário do que ocorre nos EUA e na Europa.

13ª edição do Simpósio Internacional de Jornalismo Online



A 13ª edição do Simpósio Internacional de Jornalismo Online (ISOJ, na sigla em inglês) recebeu um recorde de inscrições de trabalhops, entre os quais os seguintes temas se destacaram:

• O crescente número de iniciativas de empreendedorismo jornalístico ao redor do mundo e suas implicações para a indústria
• O papel da ética no complexo cenário digital de hoje
• A efetividade da mídia para tablets e dispositivos móveis nas práticas informativas
• O uso de redes sociais na rotina jornalística e na divulgação de notícias
• A análise de notícias online segundo contexto, preferência e consumo

íntegra artigos em inglês aqui

jornalismo contemporâneo: um livro

Republicado do Monitorando, de Rogério Christofoletti




Todos os anos a Compós lança um livro coletivo com uma temática específica dos estudos da comunicação. A publicação traz capítulos assinados por alguns dos principais autores que se debruçam sobre aquele assunto. Neste ano, o livro tem como título “Mediação e Midiatização”, e foi organizado por Maria Ângela Mattos, Jeder Janotti Junior e Nilda Jacks. Em 2011, a publicação abordou o jornalismo contemporâneo, e foi organizada por Gislene Silva, Dimas Künsch, Christa Berger e Afonso Albuquerque.
Aliás, quer baixar o livro? Clique aqui.
Quer comprar a versão impressa? Por aqui.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Estadão abre acervo digital de 137 anos


Jornal coloca todas as páginas na internet desde a fundação, em 4 de janeiro de 1875. Aqui.

sábado, 21 de abril de 2012

Em defesa do diploma

A Executiva da FENAJ prossegue seus esforços para viabilizar a votação no Senado, em segundo turno, da PEC 33/09, que restabelece o diploma para exercício da profissão. Nesta semana houve reuniões com lideranças partidárias e membros da Mesa Diretora da Casa. A direção da Federação convocou os Sindicatos de jornalistas para novo esforço concentrado no dia 25 de abril, quando também haverá reunião com parlamentares visando o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Piso Nacional dos Jornalistas.Aqui.

Huffington Post produzirá uma revista para o iPad


A jornalista Arianna Huffington, fundadora do portal de notícias Huffington Post, anunciou que está em desenvolvimento uma revista do grupo para o iPad. O novo produto editorial se chamará "Huffington." (com ponto no final) e estará disponível já no fim desse mês.

De acordo com a executiva, em entrevista ao Economist Group, a nova publicação terá o mesmo DNA do site, mas com uma apresentação distinta e um conteúdo rico em possibilidades de interações.Aqui.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

novo portal de livros acadêmicos gratuitos



Mais de 200 livros acadêmicos estão disponibilizados em um novo portal lançado pela SciELO Brasil.

A biblioteca disponibilizará livros publicados por editoras de universidades. O portal já tem 200 títulos publicados pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal da Bahia (UFBA) e Fiocruz.
Aqui.

Redes sociais estão “virando” agências de notícias


Infográfico mostra o lado jornalístico das redes socias, que estão tornando cada vez mais relevantes para a geração digital Aqui. 

Foursquare atinge 20 milhões de cadastrados

O Foursquare anunciou que chegou a 20 milhões de cadastrados. A rede social tinha cerca de 10 milhões de contas cadastradas em junho do ano passado. Além disso, são dois bilhões de checkins. O anúncio acontece no dia 16 de abril, considerado como o Dia do Foursquare pelos próprios usuários.