quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

New York Times vai cobrar por conteúdo online a partir de 2011

Replicado do Comunique-se

O jornal Americano The New York Times anunciou nesta quarta-feira (20/01) que irá cobrar pelo acesso ao seu conteúdo na internet a partir do início de 2011. A medida foi tomada para compensar a queda nas receitas causada pela diminuição da circulação da versão impressa.

Apesar de não dar maiores detalhes, a Times Company, proprietária do jornal, informou que os leitores terão direito à leitura gratuita de um certo número de matérias por mês. Alcançado esse limite, o acesso só será permitido mediante o pagamento. Os assinantes da versão impressa terão acesso ilimitado ao site.

“É uma aposta, até certo ponto, onde pensamos que a internet está indo. Isso não é algo que irá mudar a dinâmica financeira da noite para o dia”, afirmou o presidente da Times Co., Arthur Sulzberger Jr.

A medida é vista como arriscada por analistas, já que existe a possibilidade de as perdas com publicidade serem maiores que os ganhos com as assinaturas. O NYTimes.com é o site jornalístico mais popular dos Estados Unidos, com mais de 17 milhões de leitores por mês, e, certamente, o que mais arrecada com publicidade.

É a terceira vez que o NYT tenta implantar um sistema de cobranças para o conteúdo online. Nos anos 90, o site cobrou por acessos de fora dos Estados Unidos. Entre 2005 e 2007, a empresa criou o TimesSelect, que dava acesso a conteúdos exclusivos para os assinantes. O serviço atraiu 210.000 leitores, que pagavam US$ 49,95 por ano, mas ele foi descontinuado por causa das vantagens dos ganhos com publicidade.

Presidente do Grupo Abril anuncia a criação de uma Escola Superior de Jornalismo

Replicado do Comunique-se

O presidente do Grupo Abril, Roberto Civita, anunciou em entrevista à revista Negócios da Comunicação, que irá patrocinar a criação de uma escola de pós-graduação em jornalismo. Em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), a instituição deverá ser inaugurada no segundo semestre de 2010 ou no primeiro de 2011. A faculdade deve receber o nome de Escola Superior de Jornalismo.

A ideia do empresário é patrocinar um curso para profissionais que tenham em torno de dez anos de experiência. “Vou dar dinheiro para esse curso, montar a escola, não só para o pessoal da Abril, mas para o Brasil inteiro”, declarou.

Para colocar o projeto em prática, Civita visitou os melhores cursos de pós-graduação em jornalismo. “Peguei dois professores da ESPM e fomos para os Estados Unidos visitar as quatro melhores faculdades de Jornalismo de nível de pós-graduação. Fazer perguntas, ver como é estruturado, currículo, professores, quanto custa e quanto cobram, as bolsas, enfim, o funcionamento da escola. Conhecemos, pelo menos, 60, 70 pessoas, dos reitores até os professores e os alunos. O que aprendemos, tanto para o curso como para ajudar a pensar, foi extraordinário”, afirmou.

Com informações do Jornalistas&Cia.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

2010...2000 e mil

Este ano, ao desejar Feliz Ano Novo para meus amigos, lembrava a todos que é um ano que já começa bem: afinal... um ano 10!

O pensamento positivo foi tamanho que nos primeiros 10 dias deste ano recebí exatamente 10 notícias, oportunidades, momentos FANTÁSTICOS.

Se 2010 acabasse hoje... eu diria que foi um ano mil...

E olha... mal começa, né?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Fernando Pessoa

HÁ UM TEMPO EM QUE É PRECISO ABANDONAR AS ROUPAS USADAS, QUE JÁ TEM A FORMA DO NOSSO CORPO, E ESQUECER OS NOSSOS CAMINHOS, QUE NOS LEVAM SEMPRE AOS MESMOS LUGARES. É O TEMPO DA TRAVESSIA: E, SE NÃO OUSARMOS FAZÊ-LA, TEREMOS FICADO, PARA SEMPRE, À MARGEM DE NÓS MESMOS.

domingo, 27 de dezembro de 2009

2000 e love...

2000 e love vai se despedindo (valeu Jayme), mas que venha 2010. Afinal, um ano 10 é tudo de bom já à priori, naum é não?

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Grupo Estado não vai cobrar por conteúdo produzido para a web

O diretor-presidente do grupo Estado, Silvio Genesini, garantiu que os usuários não terão que pagar pelo conteúdo online de seus sites. “O Estado vai continuar 100% aberto e grátis”, afirmou, em entrevista ao Adnews.

O executivo explicou que a estratégia do grupo é fazer com que os sistemas de buscas, como o Google e o Bing, paguem pela utilização do conteúdo jornalístico. “Não queremos que o usuário pague pelo conteúdo na internet, mas sim os integradores que ganham indiretamente. Os agentes de busca têm dinheiro”, disse.

Recentemente, o grupo Estado aderiu à Declaração de Hamburgo, que defende o respeito à propriedade intelectual da produção jornalística divulgada na Internet.

“Nós temos a Agência Estado e acordos para vender informações. O uso não autorizado não é benéfico”, explicou Genesini.

Apesar de garantir que os usuários não pagarão pelo conteúdo, o executivo não descarta a possibilidade de cobrança para informações específicas, como reportagens segmentadas, análises e bancos de dados.


Fonte: Comunique-se.

Especialista defende a participação dos leitores na seleção de notícias

'As vezes me pergunto como o jornalismo chegou até aqui como essa tremenda força mediadora... Depois, apaixonada pela imprensa como sou, lembro que problema é o que tem solução. Logo, surge a análise das possibilidades.

Replicado do Comunique-se, postado por Izabela Vasconcelos

A jornalista Pamela J. Shoemaker, da Syracuse University, em Nova York, defende a participação dos leitores como gatekeepers no processo de seleção das notícias. A pesquisadora é responsável pelo estudo "Readers as Gatekeepers of Online News: Brazil, China and the United States”. Na pesquisa, Pamela analisou as matérias mais comentadas nesses três países e descobriu quais são os assuntos de maior interesse do público. A jornalista participou do 7º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, na USP, na noite desta quarta-feira (25/11).

Pamela avaliou a versão online de um jornal em cada um dos três países, The New York Times, China News e O Globo. No Brasil, as matérias mais comentadas, entre política, economia e cultura, foram as de política, apesar de o País estar bem atrás dos Estados Unidos em comentários, mas à frente da China, onde os assuntos políticos são temidos pela censura. A jornalista decidiu escolher os três países após perceber a mudança de popularidade das notícias.

Pamela também defendeu um novo modelo de gatekeeping, já que as informações vêm de três canais: fonte, meios online e audiência. Além disso, a jornalista, baseada em seu estudo, defendeu, em alguns casos, o uso da primeira e segunda pessoa no jornalismo como forma de atrair o leitor, para que ele se identifique mais com o texto.

Ainda, segundo a pesquisadora, os jornais não oferecem o conteúdo da forma que o leitor deseja, de acordo com suas preferências. A conclusão é de um estudo realizado em 2005 através do qual Pamela avaliou o conteúdo de jornais e leitores em 10 países. Na pesquisa, os entrevistados tiveram que escolher algumas notícias por nível de relevância, de acordo com seu gosto. Independente do perfil social ou profissional dos entrevistados, o resultado foi comum entre todos eles. Mas ao comparar com os jornais locais, houve claras diferenças. "Isso me fez pensar se os jornais se importam ou sabem realmente o que os leitores querem ler", questiona.

Além de não destacar os assuntos que realmente interessam aos leitores, Pamela diz que a imprensa ignora muitos temas. "Há um desequilíbrio enorme de informações, porque há muitos países que não cobrem outros países. Eu fico muito envergonhada que os Estados Unidos não cubram a América Latina como deveriam. Isso faz com o que os sul-americanos fiquem 'invisíveis' de alguma forma", criticou.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Voltei...

oi, gente

Tô de volta. Logo que consiga "colocar a casa em ordem", novas postagens...
Super beijo para aqueles que me mandaram mensagens por outros canais.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Portais de notícias brasileiros crescem em audiência no País e no exterior

Uma pesquisa realizada pela consultoria comScore mostra que os portais de notícias estão crescendo em audiência, encabeçando a lista dos sites mais acessados do País. O UOL, Terra e sites das Organizações Globo lideram o ranking. O estudo divulgado nesta quinta-feira (05/11) compara o número de visitantes únicos de setembro de 2008 com o mesmo período deste ano.

O portal UOL, que ocupa o primeiro lugar entre os portais noticiosos, com 20,6 milhões de acessos, teve um crescimento de 13%, seguido por outros como Terra (15%), com 16,8 milhões e páginas das Organizações Globo, que com 15,5 milhões de acessos cresceu 8%.

Um dos destaques foi o site do Grupo Abril, que alcançou 79% de crescimento em acessos, passando de 4,5 milhões em 2008, para 8 milhões em 2009.

Além de apresentar os números da audiência dos portais no País, o estudo mostra o aumento de visitantes nas páginas brasileiras no exterior. Nesse quesito, o UOL teve 24,7% dos acessos de fora do Brasil, seguido pelas Organizações Globo (14,6%) e Abril (10,6%).

A pesquisa também avaliou outros portais de serviços e variedades, como Google Sites, que lidera o ranking das páginas avaliadas, com 31,9 milhões de visitantes e 22% de crescimento, Microsoft (11%), Yahoo! Sites (25%), Brasil Telecom (18%), Wikimedia Foundation (26%), Mercado Livre (- 6%), WordPress (41%), BuscaPe.com Inc. (74%), Lojas Americanas (1%), 4SHARED.COM (135%) e Ask Network (81%).


Fonte: replicado do Comunique-se

NYT novas experiências

O The New York Times continua investindo fortemente em inovação na web.

Agora o jornal põe à disposição o seu portfólio de experimentações voltadas para manter o usuário por mais tempo dentro do site _o tempo de permanência é, hoje, a moeda mais poderosa da internet, superando por muitas cabeças o page view ou a visita única.

Tem todo tipo de aplicativo, e para diversas plataformas.


Fonte: Webmanario